A defectologia de Vigotski e os diagnósticos de TEA na escola

Autores

  • Luciane Maria Schlindwein Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil
  • Olívia Milléo Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil
  • Jackeline Claudete Pinheiro Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.51207/2179-4057.20240015

Palavras-chave:

TEA, Infância, Educação Inclusiva, Defectologia

Resumo

Este trabalho tem por objetivo problematizar a ampliação dos diagnósticos e dos laudos atribuídos às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com base nos estudos de Lev S. Vigotski, nos campos da pedologia e da defectologia, entre os anos de 1924 e 1935. Nossa problemática se delineia a partir da ampliação do número de crianças que vêm sendo encaminhadas e diagnosticadas com o transtorno e, especialmente, no retorno das atividades na escola, na pós-pandemia. Uma busca na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações indica que as teses e dissertações que investigam a temática vêm se ampliando de modo expressivo, culminando com 37 pesquisas concluídas somente no ano de 2021. Analisamos as pesquisas produzidas no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, na linha Educação Infância, discutindo os estudos que citam a perspectiva histórico-cultural de Vigotski. Como os avanços legais colaboram com as condições escolares para a inclusão? Como a escola vem se organizando frente aos diagnósticos crescentes de TEA na pós-pandemia de COVID-19? E como os estudos de Vigotski para uma educação inclusiva e transformadora contribuem para a superação da fragmentação do trabalho docente?

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Biografia do Autor

Luciane Maria Schlindwein, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP); Professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, Brasil.

Olívia Milléo, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, Brasil.

Jackeline Claudete Pinheiro, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil

Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, SC, Brasil.

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Publicado

2024-01-11

Como Citar

Schlindwein, L. M., Milléo, O., & Pinheiro, J. C. (2024). A defectologia de Vigotski e os diagnósticos de TEA na escola. Revista Psicopedagogia, 41(124), 124–132. https://doi.org/10.51207/2179-4057.20240015

Edição

Seção

Artigo de Revisão