A defectologia de Vigotski e os diagnósticos de TEA na escola
DOI:
https://doi.org/10.51207/2179-4057.20240015Palabras clave:
TEA, Infância, Educação Inclusiva, DefectologiaResumen
Este trabalho tem por objetivo problematizar a ampliação dos diagnósticos e dos laudos atribuídos às crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com base nos estudos de Lev S. Vigotski, nos campos da pedologia e da defectologia, entre os anos de 1924 e 1935. Nossa problemática se delineia a partir da ampliação do número de crianças que vêm sendo encaminhadas e diagnosticadas com o transtorno e, especialmente, no retorno das atividades na escola, na pós-pandemia. Uma busca na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações indica que as teses e dissertações que investigam a temática vêm se ampliando de modo expressivo, culminando com 37 pesquisas concluídas somente no ano de 2021. Analisamos as pesquisas produzidas no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, na linha Educação Infância, discutindo os estudos que citam a perspectiva histórico-cultural de Vigotski. Como os avanços legais colaboram com as condições escolares para a inclusão? Como a escola vem se organizando frente aos diagnósticos crescentes de TEA na pós-pandemia de COVID-19? E como os estudos de Vigotski para uma educação inclusiva e transformadora contribuem para a superação da fragmentação do trabalho docente?
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