Práticas educativas parentais de pais residentes no município do Rio de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.51207/2179-4057.20240028Palavras-chave:
Comportamentos, Práticas Parentais, Educação Infantil, Família, ProfessorasResumo
O presente trabalho teve como objetivo investigar as práticas educativas parentais para com as crianças de 3 a 5 anos no município do Rio de Janeiro. Participaram do estudo 50 pais e 5 professoras de creches e pré-escolas da zona sul e zona norte do Rio de Janeiro. Foram aplicadas a escala de crenças sobre práticas parentais na primeira infância e a ficha de dados sociodemográfica para os pais e professores. Além disso, os professores foram entrevistados acerca das influências das práticas parentais nos comportamentos das crianças nas Unidades Escolares. A partir das análises feitas, pode-se perceber que a maioria dos pais e mães demonstra, em suas respostas, preocupações e cuidados com seus filhos. Além disso, nos dados sociodemográficos encontram-se participantes com formações que variaram do Ensino Fundamental Incompleto (24%) ao Superior Completo (4%). Logo, pode-se verificar as possíveis influências na relação da criança com o ambiente no qual está inserida. Espera-se que o presente estudo possa trazer benefícios tanto para a área de educação quanto para a área da psicologia do desenvolvimento e psicologia da educação.
Downloads
Referências
Almeida, L. S., & Vasconcellos, V. M. R. (2018). Famílias Cariocas e os cuidados infantis. In L. F. Pessôa, D. M. L. F. Mendes, & M. L. Seidl-de-Moura (Orgs.), Parentalidade: Diferentes perspectivas, evidências e experiências (1ª ed., pp. 207). Appris.
Bahia, C. C. S. (2008). A relação creche-família na visão de professoras e mães usuárias de creche. [Tese de doutorado, Faculdade de Psicologia, Universidade do Pará].
Bandioli, A., & Mantovani, S. (Orgs.). (1998). Manual de Educação Infantil de 0 a 3 anos: uma abordagem reflexiva. Artes Médicas.
Bronfenbrenner, U. (1999). Environments in developmental perspective: Theoretical and operational models. In B. L. Friedmann, & T. D. Wachs (Orgs.), Conceptualization and assessment of environment across the life span (pp. 3-30). American Psychological Association.
Bronfenbrenner, U. (1996). A ecologia do desenvolvimento humano: Experimentos naturais e planejados. Artmed.
Bronfenbrenner, U. (1992). Ecological system theory. In R. Vasta (Org.), Six theories of child development: Revised formulations and current issues (pp. 187-249). Jessica Kingsley.
Bronfenbrenner, U. (1986). Ecology of Family as a Context for Human Development: Research Perspectives. Developmental Psychology, 22(6), 723-742.
Bronfenbrenner, U. (1977). Toward an experimental ecology of Human Development. American Psychologist, 32(7), 513-531. https://doi.org/10.1037/0003-066X.32.7.513.
Harkness, S., & Super, C. M. (1986). The developmental Nicho: a conceptualization at the interface of child and culture. Internacional Journal of Development, 9(4), 545-569.
Harkness, S., & Super, C. (1994). The developmental niche: A theoretical framework for analyzing the household production of health. Social Science & Medicine, 38(2), 217-226.
Keller, H. (2011). Autonomy and Relatedness Revisited: Cultural Manifestations of Universal Human Needs. Child Development Perspectives, 6(1), 1-7.
Lisboa, C., & Koller, S. H. (2004). O microssistema Escolar e os Processos Proximais: Exemplos de Investigações Científicas e Intervenções Práticas. In S. H. Koller (Org.), Ecologia do desenvolvimento humano: Pesquisa e intervenção no Brasil (pp. 293-310). Casa do Psicólogo.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2024 Thaís de Oliveira Trindade, Luciana Fontes Pessôa

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.













