Abordagem psicopedagógica do aprender na educação superior
Palavras-chave:
Educação Superior, Aprendizagem, Psicopedagogia, Educação EspecialResumo
Objetivo: O objetivo desse estudo consiste em evidenciar a construção do vínculo autorizante da aprendizagem nas relações de professor e estudante na Educação Superior. Método: O estudo foi desenvolvido por meio do método de revisão integrativa centrada em dois eixos: Psicopedagogia e Educação Especial. Resultados: Constatou-se que são diversas as variantes que envolvem as práticas desenvolvidas pelas áreas de conhecimento em evidência. Entretanto, foram identificados pontos de coalizão entre elas: o aprender dos sujeitos e a concepção interdisciplinar. Essa compreensão consiste em uma certa autorização, inequivocamente, uma vez que o sujeito aprende com quem ele autoriza ensinar. Conclusão: A complexidade do ato de aprender implica no entendimento dos processos individuais e particulares em associação com as afetações sociais.
Downloads
Referências
Bossa NA. A psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. Porto Alegre: Artmed; 2000.
Beauclair J. Para entender psicopedagogia: perspectivas atuais, desafios futuros. Rio de Janeiro: Wak; 2006.
Hickel NK. Aprendizagem no Ensino Superior: uma abordagem psicopedagógica. In: Pavão SMO, Fiorin BPA, Siluk ACP, orgs. Aprendizagem no Ensino Superior. Santa Maria: Laboratório de Pesquisa e Documentação-CE- UFSM; 2013.
Pavão SMO, Vargas RM. Perspectiva psicopedagógica no contexto universitário. In: Caierão I, Kortmann GL, orgs. A prática psicopedagógica: Processos e percursos do aprender. 1ª ed. Rio de Janeiro: Wak; 2015.
Uecker T, Fiorin BPA, Pavão SMO. Educação Especial: contextos e políticas voltadas à inclusão. In: Fiorin BPA, Pavão SMO. Educação Superior: desafios para a não compartimentação dos saberes. Santa Maria: Facos-UFSM; 2017. p. 12-21.
Brasil. Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP; 2008.
Brasil. Presidência da República. Decreto Nº 6.571, de 17 de setembro de 2008. Dispõe sobre o atendimento educacional especializado, regulamenta o parágrafo único do art. 60 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e acrescenta dispositivo ao Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007. Brasília: MEC; 2008.
Vygotsky LS. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Loyola; 2001.
Mendes KDS, Silveira RCP, Galvão CM. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto Contexto Enferm. 2008;17(4):758-64. [acesso 2017 Abr 1]. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072008000400018&lng=en&nrm=iso. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0104-07072008000400018
Souza MT, Silva MD, Carvalho R. Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein. 2010;8(1 Pt 1):102-6.
Brasil. Ministério da Educação. Declaração de Salamanca: Sobre Princípios, Política e Prática em Educação Especial, de 10 de junho de 1994. [acesso 2016 Nov 1]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf
Brasil. Presidência da República. Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Brasília: MEC; 2015. [acesso 2016 Abr 2]. Disponível em: http://www.punf.uff.br/inclusao/images/leis/lei_13146.pdf
Sassaki RK. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 8ª ed. Rio de Janeiro: WVA; 2010.
Carvalho RE. Temas em Educação Especial. Rio de Janeiro: WVA; 2003.
Sacristan, JG, Gómez AP. Compreender e transformar o ensino. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
Arroyo MG. Oficio de mestre: imagens e autoimagens. 12ª ed. Petrópolis: Vozes; 2010.
Saravali EG. A psicopedagogia na educação superior: contribuições da teoria Piagetiana. Rev Psicopedag. 2005;22(69):243-53.
Gomes CC, Pavão SMO. Avaliação psicopedagógica da aprendizagem: Psicologia e Psicopedagogia. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2013.
Perrenoud P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed; 1999.
Balbela F. Dificuldades intelectuais leves no desempenho escolar e social: funcionamento intelectual borderline. In: Rotta N, Bridi Filho C, Bridi FRS, orgs. Neurologia e Aprendizagem: Abordagem Multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed; 2016.
Pavão SMO, Cezar APF. Educação superior: vicissitudes da ação psicopedagógica. Rev Psicopedag. 2015;32(99):366-73.
Ferraz APS, Freitas CN. Atendimento psicopedagógico na Educação Superior: recursos e estratégias de apoio à aprendizagem. In: Fiorin BPA, Pavão SMO, orgs. Educação Superior: desafios para a não compartimentação dos saberes. Santa Maria: Facos-UFSM; 2017. p. 117-26.
Mittler P. Educação inclusiva: contextos sociais. Alegre: Artmed; 2003.
Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp). Código de ética do psicopedagogo. 2011. [acesso 2017 Fev 28]. Disponível em: http://www.abpp.com.br/documentos_referencias_codigo_etica.html
Leonhardt DR. Avaliação e clínica das praxias e dispraxias na aprendizagem: mapeamento da dor gráfica. In: Rotta NT, Ohlweiler L, Riesgo RS, orgs. Transtornos da Aprendizagem: Abordagem Neurológica e Multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed; 2006.
Libâneo JC. Adeus professor, adeus professora? Novas exigências educacionais e profissão docente. 13ª ed. São Paulo: Cortez; 2011.
UNESCO. Declaração Mundial sobre Educação para Todos: Plano de Ação para Satisfazer às Necessidades Básicas de Aprendizagem. In: Conferência Mundial sobre Educação para Todos Satisfação das Necessidades Básicas de Aprendizagem; 1990 Mar 5-9; Jomtien, Tailândia.
Fernández A. A inteligência Aprisionada: abordagem psicopedagógica clínica da criança e sua família. Porto Alegre: Artmed; 1991.
Enricone D, org. Ser professor. 5ª ed. Porto Alegre: EDIPUCRS; 2006.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 Sílvia Maria de Oliveira Pavão, Carmen Rosane Segatto e Souza

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.













