Alteração do estado emocional de professores da educação básica brasileira

Autores/as

  • Victor Barbosa Ribeiro Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Renata Plaza Teixeira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Andressa Stephanie Fernandes Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Higino Carlos Hahns-Júnior Universidade de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Beatriz de Oliveira Cardoso Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Nicoli Brandão dos Santos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Michael Macedo Diniz Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Gislaine Satyko Kogure Universidade de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.51207/2179-4057.20230003

Palabras clave:

Professores, Ansiedade, Depressão, Violência Escolar

Resumen

O presente estudo avaliou a associação da saúde mental com fatores do ambiente de trabalho de professores brasileiros. Para tanto, foram aplicados um questionário semiestruturado com questões socioeconômicas e o Hospital Anxiety and Depression Scale para 499 professores, recrutados por meio do Facebook e Instagram. Desses, 391 eram do gênero feminino e 108 do masculino. Verificou-se que 32,7% apresentaram escore indicativo de improvável quadro de ansiedade; 26,8% possível e 40,5% provável. Por outro lado, 45,1% exibiram escore de improvável depressão; 31,5% possível e 23,4% provável. Foi identificado que ser do gênero feminino interferiu negativamente nos escores de ansiedade e depressão (p<0,001); assim como a inadequação e insatisfação com a renda (p<0,001); a classificação como péssimo ou regular ambiente de trabalho (p<0,001); o espaço físico inadequado (p<0,001); ter sofrido violência provocada pelos estudantes ou seus respectivos pais (p<0,001). Além disso, trabalhar por um tempo ≥40 horas (p=0,030) foi indicativo de maior ansiedade. Muitos professores brasileiros sofrem com quadros de ansiedade e depressão e fatores controláveis interferem diretamente. Sugere-se que o poder público e os proprietários de escolas privadas intervenham nesses contextos para evitar o colapso da saúde desses profissionais.

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Citas

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Publicado

2023-01-20

Cómo citar

Ribeiro, V. B., Teixeira, R. P., Silva, A. S. F., Hahns-Júnior, H. C., Cardoso, B. de O., Santos, N. B. dos, … Kogure, G. S. (2023). Alteração do estado emocional de professores da educação básica brasileira. Revista De Psicopedagogía, 40(121), 28–37. https://doi.org/10.51207/2179-4057.20230003

Número

Sección

Artigo Original