Crianças institucionalizadas
o impacto da privação psicossocial precoce na memória
DOI:
https://doi.org/10.51207/2179-4057.20230008Palabras clave:
Criança Institucionalizada, Memória, Dificuldades de Aprendizagem, PsicopedagogiaResumen
Este trabalho tem por objetivo compreender como experiências emocionalmente traumáticas interferem na memória de crianças institucionalizadas (do nascimento aos 6 anos) em relação ao processo de aprendizagem. O afeto é importante para o desenvolvimento infantil. A falta de experiências afetivas na primeira infância, especificamente em crianças vítimas de abandono, maus-tratos, negligência e abuso, comuns nos casos de privação psicossocial, tem implicações como um estresse, e o impacto do estresse no início da vida pode afetar a memória, e sem memória não há aprendizagem. O método utilizado consiste em uma revisão de literatura. Os resultados obtidos apontaram uma baixa produção de pesquisas sobre a institucionalização precoce e sua relação com as dificuldades de aprendizagem na literatura brasileira e, apesar da intervenção psicopedagógica ser eficiente e de fácil acesso, atualmente são poucas unidades de acolhimento institucional que dispõem do(a) profissional de Psicopedagogia. A pesquisa problematiza o assunto a fim de que novos estudos sejam feitos para um maior entendimento sobre o impacto da privação psicossocial precoce de crianças na memória e na aprendizagem.
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