Using games in psychopedagogical context
DOI:
https://doi.org/10.5935/0103-8486.20200004Keywords:
Games, Development, Learning, PsychopedagogyAbstract
Although gaming is a widely used feature in psychopedagogical in-tervention, its use often occurs without a proper understanding of the factors that justify its use and without a more careful consideration of the role of gaming in the psychopedagogical context, as well as of how games must be chosen and worked. The purpose of this article is to recover the dimensions and functions of the games in the child development, educational and clinical-psychological contexts, culminating with the analysis of their possibilities in the psychopedagogical context. It is hoped to contribute to a more conscious and effective use of games in dealing with complaints of learning difficulties.
Downloads
References
Bossa NA. A Psicopedagogia no Brasil: contribuições a partir da prática. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul; 2000.
Mrech LM. O uso de brinquedos e jogos na intervenção psicopedagógica de crianças com necessidades especiais. In: Kishimoto TM, org. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 5ª ed. São Paulo: Cortez; 2001. p. 109-31.
Macedo L. Para uma psicopedagogia construtivista. In: Alencar ES, org. Novas contribuições da psicologia aos processos de ensino e aprendizagem. São Paulo: Cortez; 1992. p. 119-40.
Kishimoto TM. O jogo e a educação infantil. In: Kishimoto TM, org. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 5ª ed. São Paulo: Cortez; 2001. p. 13-44.
Piaget J, Inhelder B. A Psicologia da Criança. São Paulo: Difel; 1978.
Vygotsky LS. A formação social da mente. 5ª ed. São Paulo: Martins Fontes; 1994.
Saviani D. História das ideias pedagógicas. 4ª ed. São Paulo: Autores Associados; 2013.
Brasil. Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF; 1998 [acesso 2019 Jul 5]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEB; 2010 [acesso 2019 Jul 5]. Disponível em: ndi.ufsc.br/files/2012/02/Diretrizes-Curriculares-para-a-E-I.pdf
Brasil. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Educação é a Base Brasília: MEC; 2017 [acesso 2019 Jul 5]. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
Kishimoto TM. O jogo e a educação infantil. 2ª ed. São Paulo: Pioneira; 2002.
Faria ACE, Lima ACF, Vargas DPO, Gonçalves I, Stopa K, Brugger LCE. Método Montessoriano: a importância do ambiente e do lúdico na Educação Infantil. Rev Eletrônica Fac Metod Granbery. 2012;12:1-21 [acesso 2019 Maio 20] Disponível em: http://re.granbery.edu.br/artigos/NDY2.pdf
Alves L, Bianchin MA. O jogo como recurso de aprendizagem. Rev Psicopedag. 2010;27(83):282-7.
Cordazzo STD, Vieira ML. A brincadeira e suas implicações nos processos de aprendizagem e desenvolvimento. Estud Pesqui Psicol. 2007;7(1):89-101.
Starepravo AR, Bianchini LGB, Macedo L, Vasconcelos MS. Autorregulação e situação problema no jogo: estratégias para ensinar multiplicação. Psicol Esc Educ. 2017;21(1):21-31.
Bessa S, Costa GV. Operação de multiplicação. Possibilidades de intervenção com jogos. Rev Bras Estud Pedagog. 2017;98(248):130-47.
Forteski R, Borges CD, Moreira BB, Sevignani GR. Três abordagens em psicoterapia infantil. Rev Cesumar Ciênc Hum Soc Aplic. 2014;19(2):525-44.
Carvalho C, Ramires VRR. Repercussões da depressão infantil e materna no brincar de crianças: revisão sistemática. Psicol Teor Prat. 2013;15(2):46-61.
Freud S. Além do princípio do prazer. Obras Psicológicas de Sigmund Freud. In: Freud Online. [acesso 2019 Jun 13]. Disponível em: http://www.freudonline.com.br/livros/volume-18/vol-xviii-1-alem-do-principio-de-prazer-1920/
Klein M. Contribuições à psicanálise. São Paulo: Mestre Jou; 1981.
Winnicott DW. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago; 1975.
Ramos DK, Rocha NL, Rodrigues K, Roisenberg BB. O uso de jogos cognitivos no contexto escolar: contribuições às funções executivas. Psicol Esc Educ. 2017;21(2):265-75.
Medeiros PC, Loureiro SR, Linhares MBM, Marturano EM. A auto-eficácia e os aspectos comportamentais de crianças com dificuldades de aprendizagem. Psicol Reflex Crit. 2000;13(3):327-36.
Marturano EM, Elias LCS. Família, dificuldades no aprendizado e problemas de comportamento em escolares. Educ Rev. 2016;59:123-39.
Mayer LR, Koller SH. Percepção de controle sobre o desempenho acadêmico de crianças em situação de pobreza. Psicol Esc Educ. 2002;4(1):283-95.
Ide SM. O jogo e o fracasso escolar. In: Kishimoto TM, org. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 5ª ed. São Paulo: Cortez; 2001. p. 89-107.
Camargo RL, Suleiman AR. A dimensão ética do jogo na escola. Rev Ciênc Hum. 2006;6(2):197-208 [acesso 2019 Jul 10]. Disponível em: https://periodicos.ufv.br/ojs/RCH/article/view/3562/A%20Dimensão%20Ética%20do%20Jogo%20na%20Escola
Paín S. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre: Artmed; 1985.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2020 Sylvia Domingos Barrera

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.












