Mediação escolar e inclusão
revisão, dicas e reflexões
Palabras clave:
Educação Especial/Tendências, Mainstreaming (Educação), EducaçãoResumen
A mediação escolar passou a se tornar mais frequente a partir da Convenção de Salamanca. As escolas de todo o mundo tiveram que dar conta de incluir crianças que precisavam de ajuda em classes já existentes, muitas vezes com grande número de alunos e professores, cuja formação não havia se preocupado com esses aspectos. O mediador pode atuar como intermediário nas questões sociais e de comportamento, na comunicação e linguagem, nas atividades e/ou brincadeiras escolares, e nas atividades pedagógicas, nas limitações motoras ou da leitura, nos diversos níveis escolares. Um mediador estimulando a aquisição de linguagem e habilidades sociais no cotidiano escolar amplia a possibilidade da quantidade de estímulo recebido, como também a qualidade já que sempre ocorrerá em situação real de uso, diferente do que se pode proporcionar num consultório. Conhecer o aluno que será acompanhado pela mediação, discutir com a equipe pedagógica da escola e com a equipe de apoio terapêutico são pontos fundamentais. Apesar da figura do mediador ser considerada uma adaptação no espaço pedagógico, portanto garantido pela lei, não existe muita clareza quanto o papel e as atribuições deste profissional nem quanto à regulamentação da profissão.Descargas
Citas
Silveira F, Neves J. Inclusão escolar de crianças com deficiência múltipla: concepções de pais e professores. Teor Pesq. 2006;22(1):79-88.
Brasil. Saberes e práticas de inclusão: estratégias para a educação de alunos com necessidades especiais. Brasília: MEC: SEESP;2003. v.4.
Farias IM, Maranhão RVA, Cunha ACB. Interação professor-aluno com autismo no contexto da educação inclusiva: análise do padrão de mediação do professor com base na teoria da experiência de aprendizagem mediada. Rev Bras Ed Esp. 2008;14(3):365-84.
Weiszflog W. Moderno dicionário da língua portuguesa Michaellis. São Paulo:Melhoramentos;2004.
Menezes E, Santos T. Professor mediador (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo:Midiamix Editora;2006. Disponível em: http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=198 Acesso em: 31/5/2010.
Philip C. Le droit et l’exercice du droit à la scolarisation pour les enfants etadolescents autistes. Marseille:Colloque Autisme et Scolarisation;2001. Disponível em: http://www.autisme-bassenormandie.org/
Brobst MA. Preschool shadow aide: how to shadow my child with autism at a typical preschool. 2001-2003.
Groom B, Rose R. Supporting the inclusion of pupils with social, emotional and behavioral difficulties in the primary school: the role of teaching assistants. J Res Spec Educ Needs. 2005;5(1):20-30.
Cunha ACB. Estilos de mediatização e interação mãe-criança: estratégias de promoção do desenvolvimento infantil. Psicologia: Teoria, Investigação e Prática. 2004;9:243-51.
Greenspan S. Filhos emocionalmente saudáveis, íntegros, felizes e inteligentes. Campus;2000.
Brazelton B, Greenspan S. As necesidades esenciáis das crianzas: o que toda crianza precisa para crescer, aprender e se desenvolver. Porto Alegre:Artmed;2002.
Abbamonte R, Gavioli C, Ranoya F. O acompanhamento terapêutico na inclusão escolar, 2003. Disponível em: http://www.netpsi.com.br/projetos/acomp_terap_inclusao.htm.
Kupfer M. Pré-escola terapêutica lugar de vida: um dispositivo para o tratamento de crianças com distúrbios globais do desenvolvimento. In: Machado A, Souza M, org. Psicologia escolar: em busca de novos rumos. 4ª ed. São Paulo:Casa do Psicólogo;2004.
Mousinho R, Gikovate C. Espectro autístico e suas implicações educacionais. Revista SINPRO-Rio. 2003.
Carpenter M, Tomasello M. Joint attention, cultural learning, and language acquisition. In: Wetherby A, Prizant B, eds. Autism spectrum disorders: a transactional, developmental perspective. Baltimore:Brookes;2000. p.31-54.
Vygotsky LS. Pensamento e linguagem. São Paulo:Martins Fontes;1987.
Hadley PA, Schuele CM. Come buddy, help, help me!: adults’ facilitation of peer interaction in a preschool language intervention classroom. In: Rice ML, Wilcox KA, eds. Building a language-focused curriculum for the preschool classroom. Volume 1- A foundation for lifelong communication. Baltimore: Brookes;1995. p.105-25.
Koegel L. Communication and language intervention. In: Koegel RL, Koegel L, eds. Teaching children with autism: strategies for initiating positive interactions and improving learning opportunities. Baltimore: Paul H. Brookes Publishing;1995. p.17-32.
Koegel L, Koegel R, Dunlap G, eds. Positive behavioral support: including people with difficult behavior in the community. Baltimore: Paul H. Brookes Publishing;1996.
Greenspan S. The child with special needs. Reading:Addison-Wesley;1998. p.295.
Sussman F. TalkAbility™: People skills for verbal children on the autism spectrum – a guide for parents, 2006.
Attwood T. Asperger’s syndrome: a guide for parents and professionals. London-Philadelphia:Jessica Kingsley Publishers;1998. 223p.
Wellman H, Lagattuta K. Developing understandings of mind. In: Baron-Cohen S, Tager-Flusberg H, Cohen D, eds. Understanding other minds. Oxford:Oxford University Press;2000. p.21-35.
Brown WH. An Intervention hierarchy for promoting young children’s peer interactions in natural environments. Top Early Child Spec Educ. 2001;21(3):162-75.
Powell S. Supporting a child with autism: a guide for teachers and classroom assistants. Kidderminster:BILD Publications;2002. p.19.
Simpson R, de Boer-Ott S, Smith-Myles B. Inclusion of learners with autism spectrum disorders in general education settings. Top Lang Dis. 2003;23(2):116-33.
Iovannone R, Dunlap G, Huber H, Kincaid. Effective educational practices for students with autism spectrum disorders. Focus Autism Other Dev Disabil. 2003;18(3):150-65.
Prizant B, Wetherby A, Rubin E, Laurent A. The SCERTS model a transactional, family-centered approach to enhancing communication and socioemotional abilities of children with autism spectrum disorder. Inf Young Child. 2003;16(4):296-316.
Rubin E. Implementing a curriculum-based assessment. Top Lang Dis. 2004;24(9).
Timler GR, Olswang LB, Coggins T. Social communication intervention for preschoolers: targeting peer interactions during peer group entry and cooperative play. Sem Speech Lang. 2005;26(3):170-80.
Soenksen A, Alper S. Teaching a young child to appropriately gain attention of peers using a social story intervention. Focus Autism Dev Disabil. 2006;21(1):36.
Brown WH. Practitioners’ judgments of peer interaction interventions: a survey of the Division of Early Childhood (DEC) members. Little Rock:Poster Session at the International Early Childhood Conference on Children with Special Needs of the Council for Exceptional Children’s Division of Early Childhood (DEC);2006.
Wright J, Newton C, Clarke M, Donlan C, Lister C, Cherg J. Communication aids in the classroom: the views of education staff and speech and language therapists involved with the Communication Aids Project. Br J Spec Educ. 2006;33(1).
Compagnon P, Poirier N. Guide pour les enseignants. D’après un texte de référence de K. Williams. pour l’association FQATED (s/data).
Wetherby AM, Prizant BM, Schuler AL. Understanding the nature of communication and language impairments. In: Wetherby AM, Prizant BM, eds. Autism spectrum disorders: a transactional developmental perspective. Baltimore: Paul Brookes;2000. p.109-41.
Coll C. Psicologia e currículo. São Paulo:Editora Ática;1987.
Roaf C. Learning support assistants talk about inclusion. In: Nind M, Rix J, Sheehy K, Simmons K, eds. Inclusive education: diverse perspectives. London:David Fulton;2003. p.221-40.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2010 Renata Mousinho, Evelin Schmid, Fernanda Mesquita, Juliana Pereira, Luciana Mendes, Renata Sholl, Vanessa Nóbrega

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.













