Avaliação de preditores de risco para deficiência intelectual

Autores/as

  • Erlaine Chaves Machado Vieira Faculdade de Ciências Médicas
  • Silvyo David Araújo Giffoni Faculdade de Ciências Médicas

Palabras clave:

Deficiência Intelectual, Fatores de Risco, Pré-Natal, Assistência Perinatal, Cuidado Pós-natal

Resumen

Avaliar preditores de risco pré, peri e pós-natais para a Deficiência Intelectual (DI). Foi realizada uma pesquisa documental retrospectiva de 2014 a 2015 dos preditores de risco pré, peri e pós-natais em 70 prontuários de pacientes de 8 a 19 anos diagnosticados com DI em duas escolas de educação especial no Estado de São Paulo. Os resultados foram significativos para os preditores de risco pré (antecedentes familiais e genéticos, idade materna avançada e uso de drogas e álcool) e pós-natais (lesão cerebral traumática, baixo peso ao nascer e crises neonatais). Já os fatores perinatais (prematuridade, lesão e distúrbios neonatais) foram expressivos inversamente proporcionais ao diagnóstico de DI. Preditores de risco pré e pós-natais apresentaram grande impacto no diagnóstico de DI na presente amostra.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Erlaine Chaves Machado Vieira, Faculdade de Ciências Médicas

Psicóloga, Especialista em Neuropsicologia aplicada à Neurologia Infantil – Faculdade de Ciências Médicas/UNICAMP, Campinas, SP.

Silvyo David Araújo Giffoni, Faculdade de Ciências Médicas

Neuropediatra, Professor do Curso de pós-graduação em Neuropsicologia aplicada à Neurologia Infantil – Faculdade de Ciências Médicas/UNICAMP, Campinas, SP.

Citas

Júlio-Costa A, Lopes-Silva JB, Moura R, Rio-Lima B, Haase VG. Como avaliar suspeita de deficiência intelectual. In: Malloy-Diniz LF, Mattos P, Abreu N, Fuentes D, orgs. Neuropsicologia: aplicações clínicas. Porto Alegre: Artmed; 2016. p. 134-48.

American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAID). Intellectual Disability: Definition, Classification and Systems of Supports. 11th ed. Washington: AAID; 2010. 259 p.

World Health Organization. The ICD-10 Classification of Mental and Behavioural Disorders: diagnostic criteria for research. Geneva: WHO; 1993. 261 p.

American Psychiatric Association. DSM-5: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 5a ed. Porto Alegre: Artmed; 2014. 992 p.

Croen LA, Grether JK, Selvin S. The epidemiology of mental retardation of unknown cause. Pediatrics. 2001;107(6):E86.

Yeargin-Allsopp M, Murphy CC, Cordero JF, Decouflé P, Hollowell JG. Reported biomedical causes and associated medical conditions for mental retardation among 10-year-old children, metropolitan Atlanta, 1985 to 1987. Dev Med Child Neurol. 1997;39(3):142-9.

Battaglia A, Carey JC. Diagnostic evaluation of developmental delay/mental retardation: An overview. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2003;117C(1):3-14.

Moraes AMSM, Magna LA, Marques-de-Faria AP. Prevenção da deficiência mental: conhecimento e percepção dos profissionais de saúde. Cad Saúde Pública. 2006;22(3):685-90.

American Association on Mental Retardation - AAMR. Retardo mental: definição, classificação e sistemas de apoio. 11a ed. Porto Alegre: Artmed; 2006. p. 288.

Xu J, Chen Z. Advances in molecular cytogenetics for the evaluation of mental retardation. Am J Med Genet C Semin Med Genet. 2003;117C(1):15-24.

Ramakers GJ. Rho proteins, mental retardation and the cellular basis of cognition. Trends Neurosci. 2002;25(4):191-9.

American Association on Mental Retardation - AAMR. Retardo mental: definição, classificação e sistemas de apoio. 11a ed. Porto Alegre: Artmed; 2006. p. 124.

R Development Core Team. R: a language and environment for statistical computing. Vienna: R Foundation for Statistical Computing; 2015 [acesso 2017 Jun 14]. Disponível em: http://www.R-project.org

Strømme P. Aetiology in severe and mild mental retardation: a population-based study of Norwegian children. Dev Med Child Neurol. 2000;42(2):76-86.

Langridge AT, Glasson EJ, Nassar N, Jacoby P, Pennell C, Hagan R, et al. Maternal conditions and perinatal characteristics associated with autism spectrum disorder and intellectual disability. PLoS One. 2013;8(1):e50963.

Nussbaum RL, Mcinnes RR, Willard HF. Thompson & Thompson Genética Médica. 6a ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. 640 p.

Baroneza JE, Canavezi D, Vinci LAS, Tanko FF, Paiva WJM, Coimbra R, et al. Dados epidemiológicos de deficientes mentais matriculadas no Instituto Londrinense de Educação para Crianças Especiais. Semina Ciênc Biol Saúde. 2014;35(1):115-24.

Llerena JC, Santa-Rosa AA, Correia P, Horovitz D, Silva EJC, Mascarenhas EF, et al. Investigação de retardo mental e doenças genéticas a partir de um estudo transversal em escolas do Estado do Rio de Janeiro. Inf Epidemiol SUS. 2000;9(4):251-62.

Oliveira LF. Deficiência intelectual familial na grande Florianópolis: epidemiologia e investigação de casos selecionados [Dissertação de mestrado]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina; 2014. 105 p.

Lundgren EM, Tuvemo T. Effects of being born small for gestational age on long-term intellectual performance. Best Pract Res Clin Endocrinol Metab. 2008;22(3):477-88.

Rieger-Fackeldey E, Blank C, Dinger J, Steinmacher J, Bode H, Schulze A. Growth, neurological and cognitive development in infants with a birthweight <501 g at age 5 years. Acta Paediatr. 2010;99(9):1350-5.

Benítez-Bribiesca L, De la Rosa-Alvarez I, Mansilla-Olivares A. Dendritic spine pathology in infants with severe protein-calorie malnutrition. Pediatrics. 1999;104(2):e21.

Cans C, Wilhelm L, Baille MF, du Mazaubrun C, Grandjean H, Rumeau-Rouquette C. Aetiological findings and associated factors in children with severe mental retardation. Dev Med Child Neurol. 1999;41(4):233-9.

Drews CD, Murphy CC, Yeargin-Allsopp M, Decouflé P. The relationship between idiopathic mental retardation and maternal smoking during pregnancy. Pediatrics. 1996;97(4):547-53.

Gurka MJ, LoCasale-Crouch J, Blackman JA. Long-term cognition, achievement, socioemotional, and behavioral development of healthy late-preterm infants. Arch Pediatr Adolesc Med. 2010;164(6):525-32.

Méio MDBB, Lopes CS, Morsch DS, Monteiro APG, Rocha SB, Borges RA, et al. Desenvolvimento cognitivo de crianças prematuras de muito baixo peso na idade pré-escolar. J Pediatr (Rio J). 2004;80(6):495-502.

Vexler ZS, Ferriero DM. Molecular and biochemical mechanisms of perinatal brain injury. Semin Neonatol. 2001;6(2):99-108.

Publicado

2017-08-01

Cómo citar

Vieira, E. C. M., & Giffoni, S. D. A. (2017). Avaliação de preditores de risco para deficiência intelectual. Revista De Psicopedagogía, 34(104), 189–195. Recuperado a partir de https://revistapsicopedagogia.com.br/revista/article/view/356

Número

Sección

Artigo Original