Consciência fonológica
diferentes formas de avaliação em crianças com desenvolvimento típico
DOI:
https://doi.org/10.51207/2179-4057.20210014Palabras clave:
Consciência Fonológica, Alfabetização, Testes de LinguagemResumen
O objetivo foi verificar o desempenho em habilidades de consciência fonológica com a aplicação do teste CONFIAS in vivo e por meio de gravação em vídeo. Participaram do estudo 16 crianças com idades entre 7 e 8 anos (média de 7,8 anos), cursando o 2º e 3º ano do Ensino Fundamental e que apresentaram bom rendimento escolar. As avaliações constaram da aplicação do teste CONFIAS in vivo (P1) segundo as instruções contidas no manual do teste; e na aplicação do teste CONFIAS por meio de um vídeo (P2). Analisou-se o desempenho das crianças em cada contexto separadamente e foi feita comparação entre os dois contextos. Para a análise estatística, utilizou-se o teste de Wilcoxon e o teste de Mann-Whitney. Não houve diferença significativa entre o sexo, a idade e o tipo de procedimento usado para a aplicação do teste, mas a pontuação no nível silábico, fonêmico e total foi superior em ambos os sexos com o P2. As crianças mais velhas apresentaram melhor desempenho no teste tanto no nível silábico quanto no fonêmico, independentemente do procedimento. Constatou-se diferença estatística no desempenho dos participantes no nível silábico (p=0,02), no fonêmico (p<0,01) e na pontuação total do teste (p<0,01) quando foram comparados os procedimentos (P1 e P2) de avaliação, sendo que a maior diferença entre os contextos ocorreu no nível fonêmico (com média das diferenças de 4,1 pontos). As crianças apresentaram melhor desempenho no CONFIAS no P2 nos níveis silábico e fonêmico.
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