Psicopedagogia e constelação familiar sistêmica

um estudo de caso

Autores

  • Ana Lucia de Abreu Braga Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo; ABPp.

Palavras-chave:

Relações familiares, Família, Aprendizagem, Transtornos da aprendizagem

Resumo

Este artigo pretende apresentar o caso de uma criança de nove anos, com queixas de dificuldades de aprendizagem. A criança mostrou na avaliação um desempenho defasado daquele esperado para sua faixa etária e para o ano escolar cursado por ela. Apresentou grandes dificuldades em escrita, leitura e matemática; apesar de sua inteligência, não conseguia corresponder ao que a escola exigia dela. Por cinco meses ficou em terapia psicopedagógica, sem melhoras significativas. Após este tempo, tanto com a intervenção “jogo da percepção” ou “jogo da família”, como com a constelação familiar sistêmica, a criança passou a aprender os conteúdos escolares, mostrando progressos significativos até o final do ano escolar. A constelação familiar sistêmica, de orientação fenomenológica, é vista aqui como intervenção determinante do progresso evolutivo da criança. Esta abordagem parte do princípio de que as leis sistêmicas, quando desrespeitadas, trazem desequilíbrios, que criam emaranhamentos e sofrimentos para os familiares. Muitas dificuldades de aprendizagem podem ser vistas como emaranhamento sistêmico. Este artigo tem o objetivo de apresentar este novo trabalho, constelação familiar sistêmica, como abordagem de terapia familiar breve e possível parceira da psicopedagogia.

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Biografia do Autor

Ana Lucia de Abreu Braga, Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo; ABPp.

Psicopedagoga Clínica e Institucional, Sócia titular da ABPp, Mestre em Psicologia Educacional pela UNICAMP, Terapeuta corporal neo reichiana, Terapeuta em Constelações Sistêmicas.

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Publicado

2009-08-18

Como Citar

Braga, A. L. de A. (2009). Psicopedagogia e constelação familiar sistêmica: um estudo de caso. Revista Psicopedagogia, 26(80), 274–285. Recuperado de https://revistapsicopedagogia.com.br/revista/article/view/708

Edição

Seção

Relato de Experiência