Por um plano nacional de alfabetização capaz de respeitar diferenças de língua e constituição biológica
DOI:
https://doi.org/10.5935/0103-8486.20200015Palavras-chave:
Política Pública, Alfabetização, Surdos, LibrasResumo
O presente artigo faz uma apreciação sobre aspectos importantes que um Plano Nacional de Alfabetização precisa incluir e propõe o conceito desse plano a partir do espírito das duas políticas em sua aplicação a surdos, cegos e surdocegos, e de literatura recente sobre estrutura e processamento linguístico em Libras e Português. Essa literatura é considerada numa perspectiva da Neurociência Cognitiva da Linguagem Oral e Escrita (com foco no Português ouvido e lido orofacialmente por visão e por tato) e de Sinais (com foco em Libras vista e tateada), num modelo de processamento de informação.
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