O ensino remoto emergencial e o uso de metodologias ativas de aprendizagem

um estudo de caso no curso de psicopedagogia da UFPB

Autores

  • Éder da Silva Dantas Universidade Federal da Paraíba
  • Ana Paula Rosa de Lima Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.51207/2179-4057.20210050

Palavras-chave:

Ensino Remoto, Tecnologias, Mediação, Metodologias Ativas, Aprendizagem Colaborativa

Resumo

Este artigo busca analisar a experiência da monitoria no ensino remoto emergencial no processo de aprendizagem de estudantes do curso de graduação em Psicopedagogia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em especial a turma do componente curricular Políticas de Educação Inclusiva. Com a pandemia do coronavírus, as redes e instituições de ensino substituíram, às pressas, o ensino presencial pelo ensino remoto ou híbrido, implementando estratégias voltadas a garantir a aprendizagem, no contexto do isolamento físico daqueles que aprendem. A experiência em estudo buscou substituir as práticas de interação presencial por metodologias ativas e ações voltadas a promover uma aprendizagem colaborativa, mediadas pelo professor e pela monitoria, em ambientes virtuais de aprendizagem, incorporando o uso de ferramentas digitais. Muito embora as ações tivessem um caráter emergencial/improvisado, os resultados foram considerados satisfatórios dado que permitiram uma maior participação/envolvimento dos aprendentes nas atividades e uma maior interação professor/monitoria/alunos e entre alunos/alunos.

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Biografia do Autor

Éder da Silva Dantas, Universidade Federal da Paraíba

Professor Adjunto do Departamento de Psicopedagogia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Ana Paula Rosa de Lima, Universidade Federal da Paraíba

Graduanda em Psicope-dagogia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

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Publicado

2021-12-01

Como Citar

Dantas, Éder da S., & Lima, A. P. R. de. (2021). O ensino remoto emergencial e o uso de metodologias ativas de aprendizagem: um estudo de caso no curso de psicopedagogia da UFPB. Revista Psicopedagogia, 38(117), 123–133. https://doi.org/10.51207/2179-4057.20210050

Edição

Seção

Relato de Experiência