A construção de um fazer em Psicopedagogia motivado pela pandemia em 2020/2021
DOI:
https://doi.org/10.51207/2179-4057.20210047Palavras-chave:
Psicopedagogia, Fundamentação, Experiência, Inusitado, AprendizagemResumo
Este relato de experiência apresenta um caminho trilhado pela autora e dez aprendizes, com idade entre 6 e 13 anos, no período de um ano e meio de Pandemia de COVID-19 no Brasil, a partir de março de 2020. Sua intenção é mostrar como a existência de um Esquema Conceitual Referencial Operativo (ECRO), no qual o profissional da Psicopedagogia ancora-se, dá segurança para enfrentar as novidades advindas do aprendiz, de sua família, do psicopedagogo ou, até mesmo, as impostas pelo meio. A autora apoia-se no esquema da práxis em Psicopedagogia, proposto pela Epistemologia Convergente de Jorge Visca. Partindo-se do ECRO dessa proposta teórica e prática, que considera o aprendiz como um sujeito em situação de aprendizagem, foi possível encarar o inusitado. A partir do conhecimento e das vivências, em processo de adaptação ativa, construíram-se dois caminhos não presenciais: a) acompanhamento em Psicopedagogia, destinado aos aprendizes mais novos e mais confusos com a situação; b) atendimento psicopedagógico, para aprendizes que já estavam vivendo a possibilidade de compreender um pouco melhor a situação e encontravam-se em processo de alta, assim como para um aprendiz que iria iniciar o processo de atendimento psicopedagógico já na modalidade on-line e, portanto, sem condições de estabelecer comparações com um atendimento presencial. Para tal, o primeiro elemento utilizado foi o enquadramento, o qual envolveu a família, o aprendiz e a psicopedagoga. Ambos os caminhos foram descritos e concluiu-se que os avanços foram possíveis, considerando-se a análise das situações vividas e a construção de soluções necessárias fundamentadas em um esquema conceitual.
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Referências
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