O jogo como estratégia para melhor convivência entre crianças e adolescentes acolhidos
DOI:
https://doi.org/10.51207/2179-4057.20220035Palavras-chave:
Crianças e Adolescentes, Acolhimento Institucional, Jogos, Relações SocioafetivasResumo
Este artigo relata a experiência de um estágio desenvolvido com crianças e adolescentes em acolhimento institucional na cidade de Joinville - SC. O objetivo do trabalho realizado foi estimular relações e vínculos socioafetivos nas crianças e adolescentes em acolhimento institucional, por meio de jogos. Participaram do grupo oito crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos. Foram realizados três encontros, entre julho e agosto de 2019, sendo os dois primeiros para apresentação e reconhecimento do campo, e o terceiro para intervenção. A prática psicopedagógica institucional, dialética e coletiva, apresenta-se como um momento de troca entre o psicopedagogo e os sujeitos, um momento construído do coletivo, para o coletivo. Por meio de jogos, atividades lúdicas e coletivas, assim como a atribuição de papéis e responsabilidades, além de construir regras e combinados em conjunto, foi possível perceber algumas mudanças na relação entre os acolhidos.
Downloads
Referências
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. (2016). https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/518231/CF88_Livro_EC91_2016.pdf
Diniz, I. A., Assis, M. O., & Souza, M. F. S. (2018). Crianças institucionalizadas: um olhar para o desenvolvimento socioafetivo. Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas, 3(5), 261-285. http://periodicos.pucminas.br/index.php/pretextos/article/view/15978
Estatuto da Criança e do Adolescente. (2019). Lei Federal n. 8.069/1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. https://www.mdh.gov.br/todas-as-noticias/2019/maio/governo-federal-lanca-nova-edicao-do-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-eca/ECA2019digital.pdf
Fernández, A. (1991). A inteligência aprisionada: uma abordagem psicopedagógica clínica da criança e sua família. Artmed.
Grusec, J. E., & Lytton, H. (1988). Social development: History, theory and research. Springer-Verlag.
Kishimoto, T. M. (2011). O jogo e a educação infantil. In Kishimoto, T. M. (Org.), Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação (14. ed., pp. 13-43). Cortez.
Macedo, L., Petty, A. L. S., & Passos, N. C. (2007). Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. Artmed.
Moura, M. A. (2011). A séria busca no jogo: do lúdico na Matemática. In Kishimoto, T. M. (Org.), Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação (14. ed., pp. 91-97). Cortez.
Porto, O. (2011). Psicopedagogia institucional: teoria, prática e assessoramento psicopedagógico (4. ed.). Wak.
Prata, M. R. S. (2005). A produção da subjetividade e as relações de poder na escola: uma reflexão sobre a sociedade disciplinar na configuração social da atualidade. Revista Brasileira de Educação, (28), 108-115. https://doi.org/10.1590/S1413-24782005000100009
Silva, R. (1997). Os filhos do governo: a formação de identidade criminosa em crianças órfãs e abandonadas (2. ed.). Ática.
Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento. (2022, Maio). Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas [Base de Dados]. Conselho Nacional de Justiça do Brasil. https://paineisanalytics.cnj.jus.br/single/?appid=ccd72056-8999-4434-b913-f74b5b5b31a2&sheet=e78bd80b-d486-4c4e-ad8a-736269930c6b&lang=pt-BR&opt=ctxmenu,currsel&select=clearall
Weber, L. N. D. (2005). Abandono, institucionalização e adoção no Brasil: problemas e soluções. O Social em Questão, (14), 53-70. http://osocialemquestao.ser.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=245&sid=32.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2022 Elaine Laumann

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.













