O estresse e a máquina de moer alunos do ensino superior

vamos repensar nossa política educacional?

Autores

  • Felipe Azevedo Moretti Universidade Federal de São Paulo
  • Maria Martha Costa Hübner Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

Angústia, Estudantes, Ensino Superior, Comportamento, Ansiedade, Saúde Pública

Resumo

O objetivo da presente pesquisa foi investigar a forma em que a rotina acadêmica interfere nos níveis de estresse de alunos de graduação, explorando as situações geradoras e/ou mantenedoras das situações vivenciadas. O recorte da pesquisa focou em uma amostra heterogênea de 102 acadêmicos de graduação em uma primeira fase e depois 82 alunos de diversos cursos de uma universidade particular de São Paulo. Foram aplicados questionários abertos e o Inventário de Sintomas de Stress (ISS) para adultos. O estudo revela que a maioria dos alunos considera que a rotina universitária tem grande influência negativa nos níveis de estresse e as maiores críticas são com relação à sobrecarga de atividades. Os dados coletados apontam para a necessidade de uma significativa reformulação da educação superior, com destaque para alterações na política curricular. Sugere-se também que as universidades fomentem programas de apoio psicossocial e projetos capazes de minimizar o estresse vivenciado pelos alunos.

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Biografia do Autor

Felipe Azevedo Moretti, Universidade Federal de São Paulo

Doutorando do Programa de Gestão e Informática em Saúde da UNIFESP, São Paulo, SP.

Maria Martha Costa Hübner, Universidade de São Paulo

Professora Titular do Instituto de Psicologia da USP, São Paulo, SP.

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Publicado

2017-12-01

Como Citar

Moretti, F. A., & Hübner, M. M. C. (2017). O estresse e a máquina de moer alunos do ensino superior: vamos repensar nossa política educacional?. Revista Psicopedagogia, 34(105), 258–267. Recuperado de https://revistapsicopedagogia.com.br/revista/article/view/345

Edição

Seção

Artigo Original