Artigo Original - Ano 2019 - Volume 36 - Edição 110

Análise dos conteúdos da capacidade de jogo dentro de um programa esportivo

RESUMO

O objetivo desse estudo foi verificar o quantitativo dos conteúdos no desenvolvimento da capacidade de jogo do ensino dos jogos esportivos coletivos. Para tal, foram filmadas 12 aulas de duas turmas na faixa etária de 9 a 12 anos. Para análise dos vídeos, foi desenvolvida uma planilha contendo os conteúdos da Aprendizagem Tática (AT) e Aprendizagem Motora (AM). Os resultados da análise indicaram que a AM foi desenvolvida de forma adequada e a AT não atingiu valores próximos da metodologia proposta. As habilidades motoras relacionadas às mãos tiveram prevalência sobre as habilidades motoras com os pés e com raquete. Considera-se possível verificar o quantitativo dos conteúdos desenvolvidos, por apresentarem relação com o planejamento proposto pela teoria que sustenta o programa.

Palavras-chave: Educação Física. Esportes. Destreza Motora.

ABSTRACT

The objective of this study was to verify the quantitative of content on the development of capacity of game of the teaching of collective sports games. It was filmed 12 classes in two classes in the age group of 9 to 12 years. To analyze the videos was developed a spreadsheet containing the contents of Tactical Learning (TL) and Motor Learning (ML). The results of analysis indicate that ML was developed an appropriate manner and TL not reached values close to the proposed methodology. The motor skills related to hands had prevailed over motor skills with their feet and with racket. It is considered possible to verify the quantitative of content developed, this present relation with the planning proposed by the theory that supports the program.

Keywords: Physical Education. Sports. Motor Skills.


INTRODUÇÃO

O esporte é caracterizado em diferentes manifestações na cultura brasileira se apresentando nas práticas de lazer, de prevenção da saúde, na recuperação e reabilitação, no alto nível de rendimento, e tendo no esporte educacional e educação física escolar como seu ponto de partida para a formação de conceitos, atitudes respaldadas no procedimental, constituindo-se como principal conteúdo das aulas1,2. Para assegurar esse ponto de partida, é necessário estruturar o processo de ensino-aprendizagem respeitando as fases de desenvolvimento que são definidas pelo sistema de ensino formal e pelas categorias do esporte fora da escola.

Em projetos sociais o esporte é caracterizado como educacional3. No Brasil, os Projetos Sociais Esportivos são dirigidos em sua maioria à população de baixa renda como complementares à educação formal4. Esses projetos costumam ser voltados para crianças e jovens, e têm se mostrado fundamentais na contribuição da diminuição de fatores sociais aos quais são expostos, como relação sexual desprotegida, depressão, frustrações escolares, transgressões, uso e abuso de drogas, conflito familiar, socialização inadequada, entre outros5.

Um programa social esportivo brasileiro com esse perfil é o Programa Segundo Tempo (PST)6, contendo como objetivo democratizar o acesso de crianças e adolescentes ao conteúdo das práticas corporais, por meio do esporte educacional de qualidade oferecendo atividades complementares no contraturno escolar, para atender crianças e adolescentes dos 6 aos 17 anos, em situação de vulnerabilidade social. Além disso, ensinar o esporte sem a intenção de selecionar um talento esportivo, mas sim de valorizar um padrão de cultura e através do esporte desenvolver um conjunto de outros aspectos embasados em planejamento, procedimento metodológico e organização dos conteúdos.

Os jogos coletivos se apresentam como conteúdo favorável aos alcances objetivados nos projetos sociais7. Através deles, os jogadores realizam ações de autossuperação que ocasionam a sensação de prazer e liberdade de expressão explicitando o caráter lúdico8. Além desses benefícios, os jogos desenvolvem as capacidades coordenativas com a bola, que podem servir de base para um posterior treinamento das habilidades esportivas específicas e diversas habilidades com bola9 valorizadas na cultura brasileira.

Os fundamentos pedagógicos traçados para o Programa Segundo Tempo para o ensino dos jogos esportivos coletivos são pautados nas metodologias ativas e incidentais e caracterizam-se pelo processo de Ensino-Aprendizagem-Treinamento (EAT), estruturado em dois polos para o desenvolvimento da capacidade de jogo: Aprendizagem Motora, centrada no desenvolvimento da coordenação motora e das habilidades técnicas; e Aprendizagem Tática, que inicia a construção do conhecimento tático com as Capacidades Táticas Básicas, Jogos para o Desenvolvimento da Inteligência e Criatividade e as Estruturas Funcionais10.

Tendo os parâmetros e seus conteúdos traçados, ocorre o surgimento de questionamentos: será que os métodos e conteúdos são aplicados na prática de acordo com a teoria? Será que os conteúdos estão direcionados às faixas etárias respeitando o desenvolvimento motor? Será que os conteúdos são atrativos e prazerosos para assegurar a continuidade do processo de ensino? Será que os conteúdos desenvolvem a amplitude das habilidades fundamentais para que o sujeito se torne um cidadão autônomo para a continuidade da prática esportiva?

Enfim, é conveniente verificar o quantitativo dos conteúdos no processo de desenvolvimento da capacidade de jogo no ensino dos esportes coletivos, avaliando assim a metodologia do Programa Segundo Tempo, a partir dos seus parâmetros e dos conteúdos aplicados na prática.

 

MÉTODO

Tratou-se de uma pesquisa de cunho qualitativo, tendo como objeto de estudo os conteúdos do ensino dos esportes no Programa Segundo Tempo (PST)10 que foram desenvolvidos com crianças na faixa etária de 9 a 12 anos de idade.

Aconteciam três encontros semanais, com duração de duas horas por dia, nos quais dois destes eram direcionados ao desenvolvimento da capacidade de jogo, e nos demais horários eram realizadas atividades pertinentes a outros objetivos do programa.

As 12 aulas foram filmadas utilizando-se da filmadora da marca Panasonic VDR-50 posicionada em diagonal a fim de se obter visão ampla do espaço (Figura 1). Após a filmagem, os vídeos foram analisados para quantificar o tempo em minutos destinados aos parâmetros da capacidade de jogo. Os dados foram registrados em uma planilha no programa Microsoft Office Excel® 2013.

 


Figura 1 - Posição da câmera.

 

As aulas foram ministradas por monitores, os conteúdos foram identificados por avaliadores treinados no reconhecimento dos parâmetros da metodologia e a fidedignidade intra e inter superior a α= 0,8011 testada pelo Alpha de Cronbach.

A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da Universidade do pesquisador principal (CAAE: 0004.0.238.000-09).

 

RESULTADOS

O tempo total de 12 aulas filmadas e analisadas correspondeu a 657 minutos e 38 segundos. Esse resultado foi obtido a partir do somatório quantitativo de tempo de cada conteúdo extraído de cada aula, considerando a duração média de cada aula de 55:18 min/seg.

Do tempo total das aulas 46% (303:19 min/seg) corresponderam a conversas feitas ao longo das atividades nas aulas, dedicadas à organização inicial da turma, explicação de atividades e feedback do professor. O restante do tempo, 54% (354:19 min/seg), correspondeu ao desenvolvimento dos conteúdos de Aprendizagem Tática e Aprendizagem Motora (Gráfico 1).

 


Grafico 1 – Estruturação das aulas – conteúdos da capacidade de jogo. Capacidades Táticas Básicas (CTB), Jogos para o Desenvolvimento da Inteligência e Criativdade (JDIC), Estrutura Funcionais (EF), Capacidades Coordenativas (CC), Habilidades técnicas (HT).

 

No desenvolvimento dos conteúdos da Aprendizagem Tática, as Capacidades Táticas Básicas foram as mais exploradas. Nos conteúdos da Aprendizagem Motora, as Habilidades Técnicas ocuparam tempo maior que a Coordenação Motora, tendo predomínio das habilidades manuais (Gráfico 2).

 


Gráfico 2 – Habilidades motoras.

 

DISCUSSÃO

O processo de Ensino-Aprendizado-Treinamento (EAT) deve seguir uma sequência metodológica, relacionando todos os conteúdos com os Jogos para o Desenvolvimento da Inteligência e Criatividade, iniciando o processo com a Aprendizagem Tática e posteriormente com atividades que desenvolvam a Aprendizagem Motora10. O presente estudo, por estar no final da Fase Universal três e iniciando a Fase de Orientação dos beneficiados, identificou uma ênfase na Aprendizagem Motora, contrariando a proposta. A realidade motora das crianças deste projeto não possibilitava um desenvolvimento como sugerido pela proposta da metodologia de ensino universal dos esportes, através do método incidental para o ensino dos esportes de Zampier & Silva12.

Os resultados do presente estudo demonstraram que cerca de 46% das aulas corresponderam às conversas que podem representar conteúdos desenvolvidos através do jogo, relacionados à ética, respeito, honestidade, entre outros, que são objetivos indiretos do PST. Mas o tempo de conversa encontrado assegura que os princípios do Programa de ensinar através do esporte foram desenvolvidos.

O desenvolvimento da Aprendizagem Motora e Aprendizagem Tática corresponde a 54% das aulas, confirmado por corroboram com Braga et al.13, em um estudo semelhante, no qual 41% do tempo da aula foi destinado ao segmento conversa e 59% ao desenvolvimento dos conteúdos.

Silva & Greco14, em um estudo com o objetivo de observar e analisar o treino de três equipes de futsal de 12 e 13 anos, identificaram que o segmento conversa com o técnico apresentou cerca de 15% do tempo, contrapondo aos achados do presente estudo, no qual o tempo de conversa correspondeu a uma porcentagem superior. Porém, deve-se levar em consideração que o contexto de práticas era diferente. No treino específico de uma modalidade o tempo de conversa nem sempre é direcionado para a construção de princípios de formação de cidadão como no PST, e sim para os feedbacks direcionados às exigências do âmbito de competição que a equipe está inserida.

De acordo com Silva2, as Capacidades Táticas Básicas se apresentam em 86% dos planejamentos para o ensino dos jogos esportivos coletivos. Este conteúdo tem por finalidade a compreensão lógica do jogo9 presente nas novas abordagens de ensino dos jogos15, que têm atribuído uma crescente importância à capacidade tática enquanto fator determinante da performance16. Mas a quebra paradigmática do "como" ensinar a jogar demanda tempo para ser vencida.

Nesse estudo houve predomínio dos conteúdos das habilidades técnicas que mais se assemelham às metodologias tradicionais de ensino. Mesmo os monitores sendo capacitados pela proposta e orientados por professores com pensamentos nas metodologias ativas, preconizando métodos situacionais e forma incidental, a experiência e o conhecimento nos métodos analíticos e global vivenciados sobressaem no momento de ensinar14,17-21.

Os Jogos para o Desenvolvimento da Inteligência e Criatividade, correspondendo a 3% do desenvolvimento dos conteúdos, ilustram a variabilidade do pensamento divergente para a tomada de decisão nos jogos22 em pequena quantidade para essa idade. Esse conteúdo é destacado na proposta Greco et al.10 em tarefas que tenham dinâmica, variabilidade tática e alternância entre atenção, percepção e tomada de decisão. Alguns autores citam este conteúdo como um dos mais importantes no ensino da Aprendizagem Tática23-25 nas novas abordagens metodológicas.

Greco22 destaca a relevância do conteúdo Jogos para o Desenvolvimento da Inteligência e Criatividade dentro da metodologia de ensino dos esportes coletivos, que para o autor deve estar sempre em consonância com as demais estruturas, articulando a Aprendizagem Tática e Aprendizagem Motora. Ainda que a estruturação da Aprendizagem Tática seja recente no que se refere a metodologias para o ensino dos jogos esportivos, o ensino dos demais conteúdos devem partir de tal conteúdo.

As Estruturas Funcionais têm como objetivo reduzir a complexidade de jogo que o esporte formal apresenta e seu ensino deve ser priorizado a partir dos 10 anos de idade, que promove conhecimentos expressivos, podendo colaborar com o desenvolvimento da criança, acontecendo durante o jogo situações variadas e aleatórias. Essa evolução que ocorre na criança deve ser o máximo aproveitada nas janelas de desenvolvimentos para formação de um adulto autônomo, nos aspectos motor e cognitivo26-28.

Nesse estudo, o conteúdo das estruturas funcionais corresponde a 2% das aulas, sendo assim pouco desenvolvido. Esse resultado pode ser atribuído ao baixo desenvolvimento/amadurecimento tático dos beneficiados, mesmo em jogo reduzido, levando em consideração que a faixa etária da turma variava entre 9 e 12 anos. Apesar da importância desse conteúdo para a capacidade de jogo frente às novas metodologias, esse estudo não alcançou um quantitativo considerável para assegurar as vantagens do método situacional.

Silva & Rose Junior29, em um estudo com o objetivo de mostrar a importância do desenvolvimento da dimensão tática na iniciação dos jogos esportivos coletivos, sugerem que a faixa etária que compreende os 10-12 anos seja a mais adequada para a iniciação nos esportes coletivos. Nesta idade as crianças passam a possuir características motoras, cognitivas e socioafetivas que permitem uma aprendizagem da tática do jogo que podem ser transferidas para as ações do dia a dia na sociedade e, ainda levar esse conhecimento para as práticas futuras de lazer, saúde, estética e, quiçá, alto rendimento.

No decorrer desse estudo foi possível identificar que o conteúdo da Aprendizagem Motora foi desenvolvido consideravelmente (61%), evidenciando o desenvolvimento da Coordenação Motora dessa porção (26%). Ao desenvolver desse estudo, é demonstrado o resultado da Aprendizagem Motora com 61%, e a Coordenação Motora 28% dessa porção. Greco & Silva30 defendem desenvolvimento da Coordenação Motora com bola a partir dos 6 anos até os 12-14 anos, como proporcionado neste estudo. As atividades desse conteúdo visam o desenvolvimento dos sentidos da motricidade aliados aos condicionantes de pressão (tempo, precisão, complexidade, organização, variabilidade, carga) presentes no jogo.

Para Lopes et al.31, o êxito no desenvolvimento motor se dá basicamente na relação entre níveis de coordenação motora e a prática de atividades físicas. Os autores realizaram uma pesquisa longitudinal analisando a relação entre níveis de coordenação motora, a aptidão física e a prática de atividades e acompanharam 285 crianças dos 6 aos 10 anos, idade coerente com o presente estudo, concluindo que o nível de coordenação motora das crianças é preditor de atividades físicas.

Na mesma linha, Barnett et al.32 verificaram que a proficiência nas habilidades de controle do objeto (chute, pegada e arremesso), investigadas de 276 crianças estava associada ao tempo despendido em atividades organizadas. Os autores ressaltam em suas considerações a importância do desenvolvimento de habilidades motoras para que então mantenham níveis satisfatórios de prática de atividade física.

No que diz respeito às habilidades motoras fica evidente uma predominância de atividades com as mãos (lançamento e drible), sendo então as atividades para os pés (chute e condução) e de rebatidas (raquetes e bastão) pouco desenvolvidas. Estes fatores podem influenciar na escolha e continuidade de prática dos alunos, pois o nível de coordenativo basilar das habilidade influencia na modalidade esportiva praticada. Esse achado contrapõe à cultura brasileira, na qual predominam as habilidades com os pés, mas pode ser compreendido pelo curso do desenvolvimento cefalocaudal, como sustentado por Gallahue et al.28.

Na proposta para o desenvolvimento da capacidade de jogo, a organização dos conteúdos se distribuiu em quantitativos, ao longo das faixas etárias. Analisando estes quantitativos com os desenvolvidos no PST através deste estudo, foi possível perceber que os mesmos foram seguidos, mas há necessidade de tê-los organizados sistematicamente no processo de formação e treinamento esportivo a longo prazo, o que corrobora com a Iniciação Esportiva Universal e Escola da bola (IEU+ EB)10,22,26,33.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Neste estudo foi possível verificar o quantitativo dos conteúdos desenvolvidos no PST e que estes contemplam o planejamento proposto pelo programa. O quantitativo dos conteúdos verificados conduz à compreensão da existência dos métodos formais na escolha dos conteúdos em tempo de execução. Ainda carece de muitas quebras de paradigmas para termos o ensino dos jogos através da compreensão tática, e não da execução técnica.

 

AGRADECIMENTOS

Aos membros do Laboratórios de Metodologia de Ensino dos Esportes (LAMEES) e do Grupo de Estudos das Capacidades de Rendimento dos Esportes Coletivos (GECREC) da UFOP.

 

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1. Professora da Escola de Educação Física da Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil
2. Graduado na Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil
3. Graduando na Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil
4. Graduanda na Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil

 

Correspondência

Siomara Aparecida da Silva
Universidade Federal de Ouro Preto
Rua dois, s/n - Bauxita – Ouro Preto, MG, Brasil CEP 35400-000
E-mail: siomarasilva.lamees@gmail.com

Artigo recebido: 25/03/2019
Aceito: 22/04/2019

Conflito de interesses: Os autores declaram não haver.


Trabalho realizado na Universidade Federal Ouro Preto, Ouro Preto, MG, Brasil.