Artigos do Autor

2 resultado(s) para: Silvyo David Araújo Giffoni

O conhecimento de docentes de educação infantil sobre o transtorno do espectro autístico

Ana Cristina de Castro; Silvyo David Araújo Giffoni

Rev. Psicopedagogia 2017;34(103):98-106 - Artigo Especial

Resumo PDF Português

O objetivo desta pesquisa foi identificar o conhecimento do Transtorno do Espectro Autístico (TEA) por professores de Educação Infantil, traçar o perfil destes profissionais e se sentem-se preparados para trabalhar com alunos com TEA. Pontuar aspectos importantes no preparo para o trabalho, eixos relevantes para estes professores no trabalho com esses alunos, dificuldades encontradas pelos docentes. Foram convidados a participar desta pesquisa 300 professores da rede municipal de Paulínia, SP. Noventa e oito professores participaram por meio de questionário específico, que evidenciou que os professores mostraram ter conhecimento das principais características do quadro. Os aspectos apontados como necessários para o trabalho com TEA foram: cursos de especialização e apoio pedagógico. Eixos que professores consideram ser importantes serem trabalhados com estes alunos: comunicação, autonomia e comportamento. Aspectos que os professores encontram maior dificuldade de atuação são: comunicação e comportamento. Com o estudo foi possível evidenciar que quase todos os professores entrevistados não se sentiam preparados para trabalhar com alunos com TEA, o nível de formação não influenciou na avaliação de aspectos que consideram importantes no trabalho com estes alunos.

Avaliação de preditores de risco para deficiência intelectual

Erlaine Chaves Machado Vieira; Silvyo David Araújo Giffoni

Rev. Psicopedagogia 2017;34(104):189-195 - Artigo Original

Resumo PDF Português

Avaliar preditores de risco pré, peri e pós-natais para a Deficiência Intelectual (DI). Foi realizada uma pesquisa documental retrospectiva de 2014 a 2015 dos preditores de risco pré, peri e pós-natais em 70 prontuários de pacientes de 8 a 19 anos diagnosticados com DI em duas escolas de educação especial no Estado de São Paulo. Os resultados foram significativos para os preditores de risco pré (antecedentes familiais e genéticos, idade materna avançada e uso de drogas e álcool) e pós-natais (lesão cerebral traumática, baixo peso ao nascer e crises neonatais). Já os fatores perinatais (prematuridade, lesão e distúrbios neonatais) foram expressivos inversamente proporcionais ao diagnóstico de DI. Preditores de risco pré e pós-natais apresentaram grande impacto no diagnóstico de DI na presente amostra.