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2 resultado(s) para: Rosicleia Moreira Palitot

As percepções das crianças e adolescentes com câncer sobre a reinserção escolar

Nájila Bianca Campos Freitas; Jérssia Laís Fonsêca dos Santos; Andrezza Mangueira Estanislau; Rosicleia Moreira Palitot; Patrícia Nunes da Fonsêca

Rev. Psicopedagogia 2016;33(101):175-183 - Artigo Original

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O objetivo do presente estudo é analisar as percepções que os pacientes oncológicos apresentam acerca da reinserção escolar. Para isso, adotou-se a Teoria da percepção social, porquanto orienta o comportamento e, consequentemente, é influenciado em razão dos comportamentos das outras pessoas. Participaram do estudo quatro pacientes oncológicos, com idades variando entre nove e treze anos, residentes em cidades do Estado da Paraíba. Os participantes responderam a uma entrevista com roteiro semiestruturado, foi empregado também na avaliação o desenho-estória com tema e o questionário sociodemográfico. Os dados foram analisados a partir da Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que os participantes percebem a reinserção escolar como um espaço que promove o bem-estar e a motivação, como também, um contexto que reforça o sentimento de angústia. A partir disso, compreende-se que há necessidade de desenvolver um trabalho interdisciplinar que possibilite desenvolver estratégias que potencializem as habilidades do sujeito e a sua readaptação ao contexto escolar.

O impacto do acolhimento institucional na vida de adolescentes

Patrícia Nunes da Fonsêca; Mayara de Oliveira Silva Machado; Rosicleia Moreira Palitot; Jérssia Laís Fonseca dos Santos

Rev. Psicopedagogia 2017;34(105):285-296 - Artigo Original

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OBJETIVO: Esta pesquisa objetivou analisar o impacto do acolhimento institucional na vida de adolescentes. Participaram 11 adolescentes do sexo masculino, com idade média de 15,36 anos (DP=1,36; variando de 13 a 17 anos).
MÉTODO: Utilizou-se um questionário sociodemográfico e um roteiro de entrevista semiestruturado. Para análise de dados, foram empregados o pacote estatístico SPSS (versão 21) e o software Iramuteq (versão 0.7 alpha 2).
RESULTADOS: Os resultados indicaram que mesmo na casa de acolhimento os adolescentes mantêm vínculos com familiares e amigos por meio de visitas, telefone e redes sociais. Quanto à vida acadêmica, os jovens apresentaram baixo desempenho escolar, embora tenham demonstrado uma percepção positiva da escola. Com relação às perspectivas de futuro, os participantes manifestaram a intenção de formar uma família e mantê-la.
CONCLUSÃO: Por fim, ressalta-se a importância das redes de apoio social para o bem-estar do jovem institucionalizado.