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Possibilidades na intervenção psicopedagógica: as habilidades sociais como alternativa ao estresse

Bruna Machado Samora; Marjorie Cristina Rocha da Silva

Rev. Psicopedagogia 2014;31(95):158-168 - Artigo de Revisão

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O objetivo deste artigo é refletir sobre a importância da atuação do psicopedagogo na área empresarial, mais especificamente tendo em vista a intervenção psicopedagógica com o uso de vivências para a promoção de habilidades sociais como alternativa ao estresse. Para tanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica em artigos científicos dos últimos 10 anos, utilizando como palavras-chave os termos estresse, psicopedagogia e habilidades sociais, bem como foram pesquisados livros, dissertações e teses. Em geral, as pesquisas relatam que os sujeitos com déficits em habilidades sociais dispõem de maior propensão ao estresse, dentro e fora do local de trabalho. E que a atuação do psicopedagogo numa empresa seria de avaliar, obter o conhecimento do problema e intervir, ajudando o sujeito a reelaborar sua vida e readquirindo a sua aprendizagem ao estado normal. Os estudos encontrados apontam que de 25% a 30% dos indivíduos com deficiências em habilidades sociais têm sido vinculados ao estresse. Porém, conclui-se que existe uma escassez de trabalhos interligando a atuação do psicopedagogo na melhoria do estresse por meio do estudo das habilidades sociais, revelando assim a necessidade de futuros estudos, bem como pesquisas que apresentem propostas de intervenção ou prevenção no meio empresarial com exibição de resultados nas aprendizagens.

Percepção de professores do ensino médio acerca da motivação docente

Ygor Alexsander Patti; José Maria Montiel; Karina da Costa; Camélia Santina Murgo; Marjorie Cristina Rocha da Silva; Daniel Bartholomeu; Nathalia Rodrigues Campos

Rev. Psicopedagogia 2017;34(103):53-64 - Artigo Original

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OBJETIVO: Este estudo tem como objetivo identificar a percepção de professores do ensino médio acerca da motivação docente.
MÉTODO: A amostra contou com 27 professores do Ensino Médio de ambos os sexos, sendo 15 participantes (55,6%) do sexo feminino e 12 participantes do sexo masculino (44,4%). A idade variou entre 24 a 68 anos, com média de idade de 46 anos (DP=11,80). A amostra foi coletada em duas escolas públicas estaduais da região metropolitana de São Paulo, sendo 13 participantes da escola 1 (grupo que corresponde a codificação de 1 a 13) e 14 participantes da escola 2 (correspondente a codificação de 14 a 27).
RESULTADOS: Os resultados demonstraram relações diretas com as expectativas e habilidades percebidas para a docência desde a infância, que os relatos dos docentes estão relacionados à falta de políticas públicas, que os docentes se queixam do desrespeito/descomprometimento dos alunos, especialmente havendo predominância da violência; este último aspecto é relacionado a geradores de frustrados docentes. Nisto é possível inferir que o aluno é percebido como foco da motivação docente.
CONCLUSÃO: A motivação docente resulta em práticas educativas efetivas, as qual tendem a ocasionar motivação nos alunos, ocasionando melhor desempenho escolar, e especialmente desenvolvimento de habilidades diversas como acadêmicas e sociais.