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2 resultado(s) para: Adriana Nobre de Paula Simão

Investigação da atenção de adolescentes que apresentam mau desempenho escolar

Maria de Fátima Guadagnini; Adriana Nobre de Paula Simão

Rev. Psicopedagogia 2016;33(102):251-261 - Artigo Original

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O objetivo da presente pesquisa foi comparar o desempenho atencional de adolescentes em instrumentos neuropsicológicos que avaliam a atenção. Participaram 40 adolescentes de uma Escola Pública Estadual localizada na cidade de Campinas-SP, de ambos os gêneros, com idades de 14 a 16 anos, com e sem dificuldades escolares. Foram utilizados os seguintes instrumentos: Teste de Inteligência Geral Não-Verbal (TIG-NV); Índices Fatoriais Velocidade de Processamento (VP) e Memória Operacional (MO) da Escala Wechsler de Inteligência para Crianças (WISC-IV); Teste de Cancelamento com Lápis e Papel A/B e Trail Making Test A/B. Os resultados dos grupos foram analisados estatisticamente e obtidas diferenças significativas indicando escores inferiores no grupo de adolescentes com mau desempenho escolar nos instrumentos utilizados, com exceção do Teste de Cancelamento – Letras em Fileiras e do Trail Making Test – Parte B, que não apontaram diferenças significativas em relação ao grupo controle. Os resultados sugerem que a função atencional apresenta prejuízos no grupo de alunos apontados com mau desempenho escolar, corroborando os estudos que afirmam que a atenção é base para o sucesso da aprendizagem.

Avaliação de crianças com indicação de dificuldades de aprendizagem pelo instrumento NEUPSILIN-Inf

Ariane Bizzarri Costa Pires; Adriana Nobre de Paula Simão

Rev. Psicopedagogia 2017;34(104):148-157 - Artigo Original

Resumo PDF Português

Neste trabalho serão apresentados alguns aspectos envolvidos no conceito de dificuldades de aprendizagem quanto a habilidades cognitivas e funções executivas de crianças, identificando as áreas mais afetadas em um processo de dificuldade de aprendizagem. Ressalta-se a importância de uma avaliação neuropsicológica adequada, permitindo que profissionais possam conhecer melhor a extensão do déficit cognitivo selecionando as técnicas de reabilitação. Participaram da pesquisa 21 alunos, de ambos os sexos que frequentam entre o 1º e 3º ano do Ensino Fundamental I, sendo 11 sem indicação de dificuldades de aprendizagem e dez com indicação de dificuldades de aprendizagem pelo professor. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas em habilidades cognitivas, entre alunos com e sem dificuldades de aprendizagem. Comparando os grupos, foi possível observar as funções mais afetadas. Foi utilizada a bateria de avaliação neuropsicológica NEUPSILIN-Inf, que avalia oito funções neuropsicológicas e o teste de raciocínio não verbal - R2.